sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Clarice e Cristina

Era inverno. Um dia frio e cinzento.
Ela sabia bem o que dizia, não era efeito da pinga, nem nada, estava sã.
Sabia também que se perguntasse aquilo que estava prestes a perguntar, poderia acabar com aquilo que nem existia... mas o fez.Respirou fundo, enrolou um pouco, olhou em seus olhos e disse, de supetão: - Me ama?!
- Não!
E então,Clarice saiu sem olhar pra trás, sem se arrepender. Foi o fim. O fim daquele inverno frio.Ela não voltou, nunca voltaria, havia tomado ali sua decisão e, seguiu, deixando pra trás apenas aquela que a amou, que nem sequer conseguiu ficar bem.Cristina ,por sua vez havia ali, naquele momento tomado o caminho errado ao perguntar o que já sabia. E agora? Chora em um canto qualquer pedindo forças pra superar e encarar a tristeza de um amor não correspondido.
Mas o bom é que passa. A vida é feita pra se viver e, nós somos obrigados a encarar, por mais que seja ridículo, ou qualquer coisa parecida...

É simples entender. Amores homossexuais sempre são platônicos, não é?!
É.

2 comentários:

Gabriel disse...

Sei lá... Não manjo de amo homossexual. Mas conheço uma lésbica,e ela parece gostar do rock das aranha...

Parabéns,Marina,seguindo os passos da sua irmã Mih...Continue a escrever! Escrever sempre,novelas nunca,YEAH!

Arlequim disse...

Yeah!
Amores homossexuais serão sempre platonicos.
Acredita, bonita
HAUIAHAIUHAAIHAIUHIUAH

Concordo com o Bih.
Siga os meus passos pq eu sou MARA!

Ta escrevendo bem, só precisa me ouvir quando digo pra tomar mais cuidado na pontuação.

Beijo