terça-feira, 18 de novembro de 2008

UM PÁTIO, UMA MOCHILA, E ALGUÉM DE BAIXA ESTATURA.

Foi ali, naquele pátio cheio de gente em que eu o vi pela primeira vez. Algo pequeno, de pele branca e, menor que a mochila que carregava.
Corria pro nada, com apenas um sorriso. Mal saberia eu, que em menos de cinco meses me veria apaixonada por sua imagem, e que em um ano me veria boca a boca com o grande amor de minha vida.
Gaspar era assim, com um jeito meigo e com cara de criança, com um jeito bruto e um pouco frio, mas era exatamente tudo que um dia eu quis, tudo que não podia ter, tudo que não era, não é, não foi.
Às vezes me encontro com o seu fantasma. Revivo e sinto tudo o que houve, e realmente sei, mesmo com tudo que destruía aquele por quem sofria, tinha algo que me agradava, mesmo eu sabendo que não deveria, eu o amei, e sinto que é pra sempre, eu sempre o amarei. Sempre.

7 comentários:

Anônimo disse...

Legal, gostei

s2 Raah s2 disse...

Gostei, e sabe por que?
Porquê é exatamente oque sinto, oque passo, oque sei que é...e sei que não foi.
Me apaixonei pela pessoa que vi um dia no pátio tocando violão, e uns meses depois, me vi ali com ela, memso sabendo que não estava "DE FATO" com ELE. Me envolvi, mesmo sabendo que nunca daria certo.Hoje lembro do sentimento que esta em algum canto do meu ser.

Adorei.
Parabens pelo blog, e obrigada por passar no meu!

Arlequim disse...

Eita, Marinão.
Não consegue esquecer mesmo, heein. ><
HAUIAHAIUHAIAHAUIH
Posta "Pirulito"
:D

blogando disse...

Nossa isso realmente o desabafo de um coração apaixonado!

|| Miss // Rox || disse...

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Moh biityo Mááh.

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: ****

meus instantes e momentos disse...

legal teu texto.
Maurizio

Luiz Calcagno disse...

Gaspar, adoro esse nome. Fantasma camarada, ou não...